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DIABETES

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OBESIDADE

A obesidade é uma condição crônica não transmissível e que precisa ser diagnosticada e acompanhada por um médico, preferencialmente endocrinogista.

É importante saber confirmar o diagnóstico e compreender em que grau da doença a pessoa se encontra (calculado pelo IMC), além da distribuição corporal da gordura.

A circunferência abdominal indica a maior adiposidade nesta região e relaciona-se à gordura visceral, a qual tem associação maior com outras doenças crônicas, como diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, pois o essa gordura produz várias substâncias inflamatórias.

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NEUROPATIAS E
PÉ DIABÉTICO

O livro Neuropatias e pé diabético trata-se de uma ferramenta muito útil apresentando conhecimento sobre os temas mais relevantes e coloca à disposição dos leitores informações atualizadas e embasadas sobre:

• Mecanismos fisiopatológicos
• Diagnóstico precoce
• Aspectos psicossociais
• Ulcerações
• Tratamento cirúrgico
• Doença arterial
• Atuação da equipe multidisciplinar no tratamento.
• As diretrizes práticas recomendadas pelos organismos internacionais de referência.

As neuropatias diabéticas representam as formas mais comuns de complicações entre os pacientes com diabetes mellitus, uma vez que comprometem diferentes partes do sistema nervoso. A maioria dos casos evolui sem sintomas, o que favorece traumas despercebidos, principalmente nos pés.

Dra. Hermelinda Pedrosa

DEPOIMENTOS

DÚVIDAS FREQUENTES

• A neuropatia autonômica cardiovascular (NAC) traduz a alteração do controle autonômico no Diabetes Mellitus (DM) após exclusão de outras causas. A prevalência de NAC confirmada é 20% e atinge 65% com o aumento da idade e a duração do DM. Os fatores de risco para NAC são o controle glicêmico no DM Tipo 1 e para o DM Tipo 2 a combinação de hipertensão arterial, dislipidemia, obesidade e controle da glicemia, que têm sido, também, correlacionados ao DM Tipo 1, segundo os dados do Eurodiab. A NAC é considerada um marcador de risco de mortalidade e morbidade cardiovascular, além de favorecer a doença renal do diabetes. Os critérios para o diagnóstico e estágios de NAC, recomendados, incluem:

Um teste cardiovagal anormal – NAC possível ou precoce
Dois testes cardiovagais anormais – NAC definida ou confirmada
Presença de hipotensão ortostática associada a resultados anormais da frequência cardíaca – NAC grave ou avançada

→ Confira alguns dados:

– Diabetes é a causa mais comum de neuropatia periférica: 30 – 90% dos pacientes diabéticos
– Forma mais comum: Polineuropatia sensitivo-motora (PNSM) — associada à úlceras nos pés e amputações
– Forma sintomática: Polineuropatia Diabética Dolorosa (PNDD): Ocorre entre 16 – 34%, mais frequente no Diabetes Tipo 2, em mulheres e asiáticos
– Sintomas são debilitantes, impactam a qualidade de vida e se associam à depressão
– Disautonomias: aumentam a morbidade
– Neuropatia Autonômica Cardiovascular (NAC): elevada mortalidade pelas complicações: IAM silencioso, arritmias, hipotensão postural, morte súbita.

A cetoacidose diabética é uma complicação grave do diabetes. É causada pela falta de insulina no organismo, o que faz o açúcar se acumular no sangue e, com o tempo, a glicose se transforma em ácido. Esse processo leva à formação de cetonas, que são substâncias tóxicas para o organismo.

Os sintomas da cetoacidose diabética são:

• Sede excessiva;
• Vômitos;
• Dor de estômago;
• Diarréia;
• Cansaço;
• Desidratação;
• Redução do tamanho do pênis (em homens).

A prevenção é muito importante, pois, quando diagnosticada precocemente, é possível reverter o quadro. O tratamento consiste em aumentar a ingestão de líquidos, repor os eletrólitos perdidos e, em alguns casos, administrar insulina. Agende a sua consulta para saber mais!

Ainda que possa parecer pouco, reduzir o peso proporciona mudanças significativas nos indicadores de saúde, segundo estudos recentes. Por exemplo, perdas de peso de 3% trazem benefícios como redução nos níveis de glicose.

Uma queda de 100kg para 95kg equivale a 5% de peso. Isso já melhora marcadores metabólicos, como o aumento do colesterol HDL (o”bom”), menos risco de depressão, diminuição das dores nas articulações e melhora da fertilidade.

A perda de peso de 7% tem sido associada a um menor risco de diabetes tipo 2. Dados de um estudo do Programa de Prevenção do Diabetes (DPP) dos Estados Unidos mostram que cada quilo perdido estava associado a uma redução de quase 16% no risco de diabetes.

Perdas de peso acima de 10% têm efeitos importantes na diminuição da gordura do fígado e no risco de doenças cardiovasculares. Uma perda de peso de 11% foi associada a uma queda de quase 23% no tecido adiposo intra-abdominal, apontando que a perda de peso tem um efeito positivo no acúmulo de gordura ectópica, que está associada à aterosclerose. O estudo DIRECT, feito por universidades do Reino Unido, apontou que uma perda de peso de 10% a 15% provocou a remissão do diabetes tipo 2 em 57% e 86%, respectivamente.

Assim, a redução do peso deve ser compreendida como alcances relevantes de redução de riscos.